<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3001658996130191773</id><updated>2012-02-16T03:52:00.385-08:00</updated><title type='text'>Atelie de filosofia-UERJ</title><subtitle type='html'>Grupo de interesse com educadores, que querem trocar experiências sobre o início do filosofar na infância. O que é filosofia? O que significa filosofar? O que a filosofia modifica em mim e na minha experiência de vida? E outras questões de interesse do grupo que investiga sobre a filosofia na sala de aula e na vida.

Visite: http://www.ateliesdauerj.pro.br/ e veja mais no site.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ateliedefilosofia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3001658996130191773/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ateliedefilosofia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Marcio Ewald Petrópolis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05235591239126402348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_BOp2Ni18CMI/SNhF9fvhyvI/AAAAAAAAAAU/Gj4wos3okxw/S220/P8012052.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3001658996130191773.post-3375119218586485724</id><published>2009-09-10T10:23:00.000-07:00</published><updated>2009-09-10T10:25:30.918-07:00</updated><title type='text'>O que é o pensar?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Encontro no Ateliê de filosofia&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;09 de setembro de 2009 (Juliana Merçon)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Þ     Sou o que penso ou sou pensado pelo pensamento?&lt;br /&gt;Þ     Pensar: individual ou coletivo?&lt;br /&gt;Þ     Como saber que aconteceu o pensamento?&lt;br /&gt;Þ     É possível pensar fora da ação?&lt;br /&gt;As perguntas acima são fruto de uma provocação que surgiu dos grupos que falavam sobre: o que significa pensar?&lt;br /&gt;Na primeira parte em uma dinâmica de apresentação, todos foram apresentando seu nome e dizendo uma palavra significativa que dissesse o que é o pensar para você?&lt;br /&gt;Num segundo momento formamos duplas e cada um a seu tempo seria um cego (guiado) e depois seria um guia (cuidando de um cego). Após andar voltamos para a sala e conversamos sobre esta experiência e formamos grupos de cinco pessoas que deveriam falar sobre: qual a relação entre esta experiência na dinâmica e o pensar? Elaborar ao final uma pergunta (que estão no início deste relatório)&lt;br /&gt;Durante a troca de idéias pude registrar estas que são as minhas observações a partir da escuta do grupo.&lt;br /&gt;Sou o que penso ou o pensar me controla?&lt;br /&gt;A experiência que fizemos (cegos) tem a ver com o conhecimento?&lt;br /&gt;Conheci coisas e pensei sobre estas coisas. Conhecer e pensar são o mesmo?&lt;br /&gt;O que é o pensar? É uma atividade? A experiência que fizemos foi apenas um reconhecimento.&lt;br /&gt;O pensamento pode ser uma ponte entre idéias? O pensamento é uma coisa fora e nós entramos dentro dele?&lt;br /&gt;Pensar: Lógico e Mítico, é uma construção sócio histórica.&lt;br /&gt;Focalizamos hoje o pensamento no Eu. O pensamento e a experiência têm uma tênue diferença.&lt;br /&gt;Eu sei o que é o pensamento ou não sei? Se eu sei o que é, onde ele pode estar?&lt;br /&gt;O pensamento existe? Como uma substância, coisa, ou é um modo, algo que aparece acompanhado de algo, como um afeto ou uma ação.&lt;br /&gt;O pensar existe fora de mim, do meu cérebro?&lt;br /&gt;Existe o pensar fora de o meu fazer?&lt;br /&gt;O pensamento existe como movimentos. O pensar começa com percepção e não com uma razão. Percebemos primeiro e depois conceituamos. Deve haver uma dialética entre conhecer e pensar. O pensar não é estático, como poderíamos pensar olhando a estátua de Rodin, o pensador, mas percebemos um leve movimento dentro do que podemos dizer que está “parado”, pois há momentos em que o movimento diminui para que se abra espaço para o pensar. O não saber me provoca a pensar mais. Se eu sei, não preciso pensar muito.&lt;br /&gt;O corpo pensa. O que me afeta me leva a pensar. Os afetos me provocam.&lt;br /&gt;Como nos entregamos ou não, àquilo que nos leva a pensar?&lt;br /&gt;O que é ter um pensamento que podemos dizer é filosófico? O que é ser um pensamento filosófico?&lt;br /&gt;Como será pensar como o mundo pensa? Será possível pensar fora do mundo? É importante pensar sobre o pensar. Quem pensa quando alguém diz que pensa? Quando alguém diz que pensa, o que pensa?&lt;br /&gt;Se alguém tem medo de, esse quem, é alguém com medo?&lt;br /&gt;Dentro dela (que tem medo) quem existe? Vários “quens”?&lt;br /&gt;Quem não é apenas uma pessoa, mas um conjunto existencial com as coisas. Pensar é mais que sensação, é um juízo. O máximo de atenção exige um não pensar, segundo os orientais, e quando fico pensando sobre perguntas comigo mesmo, isto é pensar?&lt;br /&gt;AVALIAÇÃO:&lt;br /&gt;O que fizemos neste encontro de hoje?&lt;br /&gt;Experimentamos o pensar e fizemos a experiência? Por que Você sabe que experimenta o pensar?. Quando pude: construir, ouvir, argumentar, etc.&lt;br /&gt;Precisamos momentos de pensar (repousar) o pensar, para poder pensar. Ter feito uma experiência má dá certezas para dizer o que é pensar.&lt;br /&gt;Será que somos sinceros em nossas falas ou falamos o que é mais “bonito”?&lt;br /&gt;É dentro de um contexto de brincadeiras (sem formalidade) que os pensamentos importantes surgem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3001658996130191773-3375119218586485724?l=ateliedefilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ateliedefilosofia.blogspot.com/feeds/3375119218586485724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ateliedefilosofia.blogspot.com/2009/09/o-que-e-o-pensar.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3001658996130191773/posts/default/3375119218586485724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3001658996130191773/posts/default/3375119218586485724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ateliedefilosofia.blogspot.com/2009/09/o-que-e-o-pensar.html' title='O que é o pensar?'/><author><name>Marcio Ewald Petrópolis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05235591239126402348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_BOp2Ni18CMI/SNhF9fvhyvI/AAAAAAAAAAU/Gj4wos3okxw/S220/P8012052.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3001658996130191773.post-3774137694211739084</id><published>2009-07-19T09:12:00.000-07:00</published><updated>2009-07-19T09:20:38.127-07:00</updated><title type='text'>IV. A escrita das coisas</title><content type='html'>Selecionei abaixo alguns trechos que acredito serem importantes para a reflexão sobre as PALAVRAS e as COISAS, a partir de nossa reflexão o significado das palavras e seu sentido na busca de significado. Deixo abaixo o link onde podemos ler o trecho inteiro deste texto e também o livro de Michel foucault, As palavas e as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu ser bruto e histórico do século XVI, a lingua&amp;shy;gem não é um sistema arbitrário; está depositada no mundo e dele faz parte porque, ao mesmo tempo, as próprias coisas escondem e manifestam seu enigma como uma linguagem e porque as palavras se propõem aos homens como coisas a decifrar. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palavras agrupam sílabas e as sílabas, letras, porque há, depositadas nestas, virtudes que as aproximam e as desassociam, exatamente como no mundo as marcas se opõem ou se atraem umas às outras. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob sua forma primeira, quando foi dada aos homens pelo próprio Deus, a linguagem era um signo das coisas abso&amp;shy;lutamente certo e transparente, porque se lhes assemelhava. Os nomes eram depositados sobre aquilo que designavam, assim como a força está escrita no corpo do leão, a realeza no olhar da águia, como a influência dos planetas está mar&amp;shy;cada na fronte dos homens: pela forma da similitude.  (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as línguas que co&amp;shy;nhecemos, só as falamos agora com base nessa similitude perdida e no espaço por ela deixado vazio.  (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, se a linguagem não mais se assemelha imediata&amp;shy;mente às coisas que ela nomeia, não está por isso separada do mundo; continua, sob uma outra forma, a ser o lugar das revelações e a fazer parte do espaço onde a verdade, ao mes&amp;shy;mo tempo, se manifesta e se enuncia. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As línguas estão com o mundo numa relação mais de analogia que de significação; ou, antes, seu valor de signo e sua função de duplicação se sobrepõem; elas dizem o céu e a terra de que são a imagem; (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doravante, a lin&amp;shy;guagem tem por natureza primeira ser escrita. Os sons da voz formam apenas sua tradução transitória e precária. O que Deus depositou no mundo são palavras escritas; quando Adão im&amp;shy;pôs os primeiros nomes aos animais, não fez mais que ler essas marcas visíveis e silenciosas; (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber consiste, pois, em referir a linguagem à lingua&amp;shy;gem. Em restituir a grande planície uniforme das palavras e das coisas. Em fazer tudo falar. Isto é, em fazer nascer, por sobre todas as marcas, o discurso segundo do comentário. O que é próprio do saber não é nem ver nem demonstrar, mas interpretar. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Há mais a fazer interpretando as interpretações que interpretando as coisas; e mais livros sobre os livros que so&amp;shy;bre qualquer outro assunto; nós não fazemos mais que nos entreglosar.” (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vê-se que a experiência da linguagem pertence à mes&amp;shy;ma rede arqueológica a que pertence o conhecimento das coisas da natureza. Conhecer essas coisas era patentear o sis&amp;shy;tema das semelhanças que as tornavam próximas e solidá&amp;shy;rias umas às outras;  (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O co&amp;shy;mentário se assemelha indefinidamente ao que ele comenta e que jamais pode enunciar; assim como o saber da natureza encontra sempre novos signos da semelhança, porque a se&amp;shy;melhança não pode ser conhecida por si mesma, já que os signos não podem ser outra coisa senão similitudes. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cid-cccc16b60c052ae3.skydrive.live.com/browse.aspx/P%c3%bablico/Livros?uc=1&amp;amp;isFromRichUpload=1"&gt;http://cid-cccc16b60c052ae3.skydrive.live.com/browse.aspx/P%c3%bablico/Livros?uc=1&amp;amp;isFromRichUpload=1&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3001658996130191773-3774137694211739084?l=ateliedefilosofia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ateliedefilosofia.blogspot.com/feeds/3774137694211739084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ateliedefilosofia.blogspot.com/2009/07/iv-escrita-das-coisas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3001658996130191773/posts/default/3774137694211739084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3001658996130191773/posts/default/3774137694211739084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ateliedefilosofia.blogspot.com/2009/07/iv-escrita-das-coisas.html' title='IV. A escrita das coisas'/><author><name>Marcio Ewald Petrópolis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05235591239126402348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_BOp2Ni18CMI/SNhF9fvhyvI/AAAAAAAAAAU/Gj4wos3okxw/S220/P8012052.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
